Foto: Reprodução/TV Globo
Na madrugada desta quinta-feira (15), um incêndio destruiu parte significativa da Escola Municipal Leitão Cunha, localizada na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o fogo começou por volta das 3h45 em uma das salas da unidade, que atende 120 crianças entre 5 e 12 anos.
Três quartéis foram acionados rapidamente. Ainda assim, as chamas consumiram cinco das seis salas de aula e toda a secretaria. A Defesa Civil interditou o prédio após encontrar rachaduras graves na estrutura. Felizmente, ninguém se feriu.
Reforma recente e realocação dos alunos
A escola havia passado recentemente por reformas e seria transformada em um Ginásio Educacional Tecnológico (GET). O secretário municipal de Educação, Renan Ferreirinha, confirmou que os danos na nave central da unidade foram severos. “Queremos entender o que causou o incêndio. O dano foi grande”, declarou.
Segundo a prefeitura, os alunos serão realocados para a Escola Municipal Orsina da Fonseca, também na Tijuca, a partir da próxima segunda-feira (19). Nesta quinta-feira, não houve aula.
Relatos de moradores e possível causa
Moradores próximos perceberam a fumaça no início do incêndio. A cuidadora de animais Claudia Motta contou que acordou com um cheiro forte de queimado e ligou para os bombeiros. “Era por volta de 3h30. Havia uma fumaça alta saindo da escola. O segurança chamou uma funcionária que dormia no colégio, e ela confirmou que o fogo começou na cozinha”, disse Claudia.
A hipótese inicial é de curto-circuito. No entanto, a causa oficial ainda está em investigação. A Secretaria Municipal de Educação reforçou que nenhum ferido foi registrado e que está acompanhando o caso de perto.
Trânsito e mobilização
Por conta do incêndio, a Rua Major Ávila foi interditada na altura da Rua Barão de Mesquita, segundo o Centro de Operações Rio. Agentes desviaram o tráfego para as ruas Barão de Mesquita e Comandante Prat, com fluxo em direção à Avenida Maracanã. A Defesa Civil segue avaliando os danos estruturais no imóvel.
Fonte: g1.globo.com