O Sudeste do Brasil está em alerta máximo devido a um cavado atmosférico, área de instabilidade que favorece a formação de nuvens carregadas. Entre quinta-feira (30) e domingo (2), o fenômeno pode provocar chuvas extremas, com volumes muito acima da média histórica para esta época do ano.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de perigo potencial para chuvas intensas, válido até o dia 31 de janeiro. Embora o alerta abranja diversas regiões do Brasil, o Sudeste é a área com maior risco. Em algumas localidades, os acumulados podem chegar a 400 mm, especialmente em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
O Vale do Paraíba, a Serra da Mantiqueira, a Zona da Mata Mineira, e o interior do Rio de Janeiro são as áreas mais afetadas. A previsão também indica volumes elevados para as capitais São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, além do Litoral Norte paulista, que atrai muitos turistas. O alto fluxo de pessoas pode agravar o impacto dos temporais.
Essas chuvas extremas podem causar alagamentos, deslizamentos de terra e enchentes. Além disso, a possibilidade de ventanias eleva o risco de danos às redes elétricas, com potencial para cortes de energia. Em algumas regiões do Espírito Santo, o calor e a alta umidade também podem gerar chuvas pontuais.
Em São Paulo, a capital e região metropolitana devem se preparar para mais temporais, especialmente no início de fevereiro. Na última sexta-feira (24), o município registrou o maior acumulado de chuva em 24 horas desde 1988, e a previsão é de mais chuvas intensas nos próximos dias.
As autoridades reforçam a importância de tomar precauções, como evitar áreas de risco e manter-se informado. A população deve acompanhar os alertas da Defesa Civil e adotar medidas preventivas para mitigar os impactos das chuvas extremas.
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oantagonista.com.br