Pesquisar
ALERJ - Transforma sua vida

Aumento no número de médicos do programa ampliará o atendimento em áreas de vulnerabilidade social no estado fluminense.

A partir de abril, o Rio de Janeiro contará com 64 novos profissionais do programa Mais Médicos, que serão distribuídos entre sete municípios do estado. Esses médicos, formados no exterior, estão concluindo o Módulo de Acolhimento e Avaliação (MAAv), fase obrigatória para atuação no Brasil. Com isso, o estado reforçará a atenção primária à saúde, especialmente nas áreas mais vulneráveis.

Expansão do Mais Médicos no estado fluminense

Atualmente, o programa Mais Médicos possui 1.546 vagas ativas no Rio de Janeiro, das quais 1.373 estão ocupadas e 66 estão em processo de preenchimento. Os profissionais atuam em 81 municípios, atendendo cerca de 3,98 milhões de habitantes. Segundo o Ministério da Saúde, a distribuição dos médicos segue o Índice de Vulnerabilidade Social (IVS):

  • 859 médicos em municípios de baixa vulnerabilidade;
  • 442 médicos em áreas de média vulnerabilidade;
  • 52 médicos em locais de alta vulnerabilidade;
  • 20 médicos em áreas de muito baixa vulnerabilidade.

Novo edital do Mais Médicos

Além dos 64 médicos que chegam em abril, o Rio de Janeiro também será contemplado com o primeiro edital de 2025 do Mais Médicos, anunciado em março pelo Ministério da Saúde. O edital prevê a contratação de 2.279 profissionais em todo o país, sendo 85 destinados ao estado fluminense. Esses profissionais atuarão em equipes de Saúde da Família, ampliando o acesso da população ao atendimento médico.

Gestores municipais interessados devem se inscrever no sistema e-Gestor até 24 de março, e o resultado do edital será divulgado no dia 8 de abril. O Rio de Janeiro contará com contratações imediatas em 26 municípios e cadastro reserva em 55 municípios.

Crescimento do programa no Brasil

Em nível nacional, o programa Mais Médicos passou por uma significativa expansão. O número de profissionais em atividade dobrou desde 2022, passando de 13,1 mil para 26 mil. Atualmente, mais de 66 milhões de brasileiros são beneficiados com os atendimentos realizados no âmbito do programa.

Prontuário eletrônico e acolhimento

O programa também incorpora inovações tecnológicas, como o e-SUS APS, um prontuário eletrônico que permite a integração das informações dos pacientes entre a atenção primária e a especializada. Isso garante maior eficiência no atendimento e acompanhamento das condições de saúde dos pacientes.

O Módulo de Acolhimento e Avaliação (MAAv), que prepara médicos para a atuação no SUS, segue até 11 de abril. Este curso capacita 402 médicos formados no exterior, dos quais 52,7% são mulheres. O programa inclui temas essenciais como saúde mental, equidade étnico-racial e atenção a populações vulneráveis, além de preparar os médicos para atuar na saúde indígena.

Fontes: gov.br/diariodorio.com

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também pode gostar

Prefeitura do Rio projeta expansão da Saúde da Família, novas Clínicas da Família, aumento da arrecadação municipal e crescimento das despesas com servidores até 2029

Prefeitura prevê investimento de R$ 3,5 milhões em estruturas para reorganizar pontos de embarque e desembarque em áreas de grande fluxo de passageiros.

Últimas notícias
IMAGENS PARA O SITE (20)
Funcionária morre atropelada dentro de garagem de ônibus no Engenho de Dentro

Jacqueline Azevedo de Carvalho, de 64 anos, trabalhava há 25 anos na empresa e morreu durante manobra de coletivo em garagem na Zona Norte do Rio

IMAGENS PARA O SITE (19)
SuperVia encerra operações após quase 30 anos e Nova Via Mobilidade assume trens do Rio

Mudança marca nova fase do sistema ferroviário fluminense, que enfrenta desafios históricos de infraestrutura, acessibilidade e qualidade do serviço

IMAGENS PARA O SITE (18)
Jovens da Rocinha denunciam turista colombiana por racismo durante apresentação de capoeira

Mulher tentou colocar banana em sacola de doações de grupo cultural; caso é investigado pela Polícia Civil como injúria por preconceito