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Micha Kaufman (CEO da Fiverr) foi direto ao ponto: ninguém está seguro — nem ele.
Segundo ele, se você não se tornar excepcional e aprender a usar IA como um “superpoder”, terá que mudar de carreira em poucos meses.
Resumo do recado:
- O que era fácil, agora é automático.
- O que era difícil, ficou fácil.
- Só o que era impossível ainda exige esforço.
Tradução prática:
Se você não dominar IA, será ultrapassado por quem domina.
A visão estratégica: IA é uma aliada, não inimiga.
Ronaldo Lemos, advogado e especialista em tecnologia, não vê a IA como ameaça direta.
O problema não é a IA — é você continuar usando o mundo como se ainda fosse 2020.
Frase-chave dele:
“Você não vai perder o emprego para a IA. Vai perder para quem usa IA melhor que você.”
Exemplos reais:
- Advogados já usam IA para criar contratos, revisar documentos, e acelerar pareceres jurídicos.
- Ferramentas como ChatGPT, Lexis+, Operator e Copilot já são parte do dia a dia.
A nova fase: agentes autônomos de IA.
Estamos entrando na era dos agentes de IA — softwares que decidem e executam tarefas sozinhos.
Exemplos práticos:
- Dow: agente de IA analisa faturas de logística.
- AGU: IA ajuda advogados com 20 milhões de processos.
- Cielo: IA para cibersegurança.
A hiperautomação está aqui. Mas isso não significa fim dos empregos — e sim transformação de funções.
O que você pode fazer AGORA:
Estude IA no seu campo
– Seja em marketing, direito, programação, RH ou atendimento.
Torne-se um engenheiro de prompts
– Dominar IA não é saber “mexer” nela, é saber “conversar” com ela. Prompt é o novo código.
Crie oportunidades de aprendizado sozinho
– Espere menos dos outros e mais de você.
Compartilhe e colabore
– As empresas não querem mais “tarefeiros”. Querem solucionadores com IA.
Conclusão:
A IA não é o fim do trabalho. É o fim do trabalho repetitivo e não estratégico.
Quem souber usar IA para aumentar sua produtividade, criatividade e inteligência aplicada, vai prosperar.
Fontes:
braziljournal.com
cnnbrasil.com.br
valor.globo.com