Foto: Arquivo enviado pela família
Na manhã de segunda-feira (13), Bruno Guimarães Ferraz, de 20 anos, foi encontrado morto na Base Aérea dos Afonsos, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Ele estava de plantão na guarita desde o dia anterior, domingo (12).
A família foi notificada sobre o ocorrido, mas os detalhes sobre a causa da morte geraram confusão e dúvidas. Inicialmente, foi informado que o jovem teria falecido de mal súbito, mas a Certidão de Óbito não confirma essa hipótese. A causa ainda depende de exames complementares.
Reações da Família
Maísa Viana, prima de Bruno, expressou a angústia da família em relação ao caso. Ela questionou a versão oficial e afirmou que o jovem estava em plena saúde e animado com o sonho de servir à Aeronáutica.
“Ele era saudável, sem histórico de doenças. Agora, temos que lidar com essa perda sem explicações”, afirmou Maísa. A mãe de Bruno, Vânia Guimarães, também lamentou a falta de apoio por parte da Força Aérea.
Falta de Apoio da Aeronáutica
A família criticou a Aeronáutica pela falta de apoio imediato após a morte de Bruno. Segundo Maísa, a família arcou com todos os custos do translado e do funeral, sem qualquer suporte da Força Aérea.
Além disso, não houve assistência psicológica para a mãe de Bruno e demais familiares, o que agravou ainda mais a dor da perda.
Investigações em Curso
A Força Aérea Brasileira (FAB) se manifestou sobre o caso e afirmou que lamenta profundamente a morte de Bruno. A instituição informou que instaurou um procedimento administrativo para apurar as circunstâncias do ocorrido.
Em sua nota oficial, a FAB garantiu que está colaborando com as investigações policiais e que continuará prestando apoio à família durante o processo de apuração.