Foto: Polícia Civil
A Polícia Civil prendeu suspeitos que tentavam comprar uma loja de armas com documentos falsos do Exército Brasileiro.
Além disso, a operação ocorreu simultaneamente no Rio de Janeiro e no Espírito Santo.
As prisões aconteceram nesta quinta-feira (19), após avanço das investigações iniciadas em 2025.
Portanto, a ação resultou no cumprimento de diversos mandados judiciais.
Mandados e apreensões em diferentes cidades
Os agentes cumpriram mandados em Campos dos Goytacazes, além de cidades capixabas e da capital Rio de Janeiro.
Ao todo, sete ordens foram executadas em Campos, seis no Espírito Santo e duas na capital.
Durante a operação, armas foram apreendidas em imóveis investigados.
Além disso, roupas camufladas falsificadas do Exército também foram encontradas.
Uma loja no Centro de Campos foi alvo das buscas, embora estivesse fechada no momento.
Ainda assim, materiais ilícitos foram localizados no local.
Investigação começou com flagrantes
As investigações começaram em novembro de 2025, após prisões em flagrante nos dois estados.
Na ocasião, suspeitos tentaram adquirir uma loja de armas utilizando documentos falsificados.
Segundo a delegada Carla Tavares, a apuração avançou com base em provas coletadas.
Dessa forma, a Justiça autorizou novas diligências e mandados.
Esquema envolvia identidade falsa e intermediários
De acordo com a Polícia Civil, um dos investigados se passava por empresário do setor armamentista.
Além disso, ele alegava falsamente integrar o Exército Brasileiro para dar credibilidade ao esquema.
O suspeito utilizava intermediários para negociar estabelecimentos comerciais.
Assim, as compras eram realizadas em nome de terceiros para ocultar a atuação do grupo.
As investigações indicam que o esquema operava em cidades como Vitória e Campos.
Portanto, a atuação interestadual ampliou a complexidade do caso.
Prisões e desdobramentos
Durante a operação, novos suspeitos foram detidos pelas equipes policiais.
Um dos presos foi flagrado com arma ilegal, enquanto utilizava vestimenta semelhante à militar.
Outro investigado foi apontado como responsável pela compra de armamentos com documentação falsa.
Além disso, ele atuava diretamente nas negociações em Campos.
A organização criminosa foi identificada, e parte de suas atividades foi interrompida pelas autoridades.
Entretanto, as investigações continuam em andamento.