Um ônibus da linha 475 (São Cristóvão–Leblon) pegou fogo no fim da madrugada desta quarta-feira (8), na saída do Túnel Rebouças, no Viaduto Saint Hilaire, sentido Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O incêndio mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros e da CET-Rio, provocou mudanças no trânsito e causou longos congestionamentos nas primeiras horas da manhã.
O motorista percebeu o problema e retirou o veículo da pista principal. Em seguida, todos os passageiros desembarcaram antes que as chamas se espalhassem. Dessa forma, ninguém ficou ferido durante a ocorrência, segundo o Corpo de Bombeiros.
Pane elétrica será investigada
As primeiras informações apontaram para um possível curto-circuito no sistema de ar-condicionado do coletivo. Entretanto, em nota, o Rio Ônibus informou que o veículo apresentou uma pane elétrica e passará por perícia para identificar a origem exata do incêndio.
Enquanto os bombeiros combatiam as chamas, agentes da CET-Rio organizaram o fluxo de veículos e implantaram um desvio na galeria oposta do Túnel Rebouças. Além disso, equipes de trânsito orientaram os motoristas que seguiam em direção à Zona Sul.
Trânsito apresentou reflexos durante a manhã
O incêndio interrompeu parcialmente o acesso à Zona Sul e provocou retenções desde o Elevado Rufino Pizarro. Como consequência, milhares de motoristas enfrentaram lentidão durante o horário de pico.
Por volta das 6h30, o tráfego começou a ser normalizado. Poucos minutos depois, às 6h38, a via foi totalmente liberada. Apesar disso, o congestionamento permaneceu por algum tempo devido ao grande volume de veículos acumulados.
Durante a operação, as autoridades recomendaram que os condutores utilizassem rotas alternativas, como o Túnel Santa Bárbara e o Aterro do Flamengo, para reduzir os impactos na circulação até a completa normalização do trânsito.
Veículo passará por perícia
Após o controle das chamas, o ônibus foi removido para passar por perícia técnica. A análise deverá apontar a causa do incêndio e verificar se houve falha elétrica ou outro problema mecânico responsável pelo incidente.
Casos como esse reforçam a importância da manutenção preventiva da frota do transporte coletivo, especialmente em sistemas elétricos e de climatização, que operam continuamente durante a circulação dos veículos.
Fontes: odia.ig.com.br