A Polícia Civil do RJ realizou nova autópsia de Juliana Marins na manhã desta quarta (2), no IML Afrânio Peixoto, às 8h30. Do exame, participaram dois peritos da Civil. Ainda, acompanhou o procedimento um perito da Polícia Federal e um assistente técnico indicado pela família, além do legista federal Nelson Massini.
O laudo preliminar deve ser entregue em até sete dias. O objetivo do novo exame garantiu segurança e esclarecimento diante da morte durante trilha no vulcão Rinjani. O procedimento durou pouco mais de duas horas e meia. Posteriormente, o corpo será liberado para retirada pelos familiares.
Translado e preparação do velório
A urna funerária chegou ao Brasil na noite de terça (1°), trazendo os restos mortais de Juliana de Bali a Guarulhos, depois ao Galeão. A Prefeitura de Niterói custeou o traslado internacional, assim como o sepultamento.
A família confirmou que o velório será aberto ao público nesta sexta (4), das 10h às 12h, no Cemitério e Crematório Parque da Colina, em Pendotiba. Após, o evento será restrito a familiares e amigos até as 15h.
Contexto do caso e debate público
Juliana, 24 anos, caiu na cratera do vulcão Rinjani, em 21 de junho, durante trilha. Equipes de resgate a localizaram em 23 de junho por drone, ainda com vida. Contudo, o corpo foi resgatado em 25 de junho, já sem sinais vitais.
Autópsia na Indonésia apontou traumatismo por queda, com morte por hemorragia cerca de 20 minutos após o impacto. A família contestou resultados. Por isso, recorreu à Defensoria Pública da União, que ajuizou ação no domingo (29), aceita pela AGU, garantindo nova perícia no Brasil.
Enquanto isso, investigações na Indonésia prosseguem com inquérito da Polícia Nacional. A DPU solicitou à Polícia Federal do Rio abertura de inquérito local para averiguar negligência no caso.
Fontes:
cnnbrasil.com.br
g1.globo.com
poder360.com.br