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O caso de estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos em Copacabana ganhou novo capítulo após uma troca pública de mensagens nas redes sociais.
O advogado da vítima, Rodrigo Mondego, divulgou uma mensagem ofensiva que afirma ter recebido de José Carlos Costa Simonin.
Simonin é pai de Vitor Hugo Oliveira Simonin, um dos acusados no processo que investiga o crime.
Além disso, o episódio intensificou a repercussão de um caso que já mobiliza autoridades policiais e judiciais no estado.
Mensagem ofensiva foi divulgada nas redes sociais

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Rodrigo Mondego publicou nas redes sociais um print da mensagem atribuída ao ex-subsecretário.
Na mensagem, Simonin afirma que o advogado buscaria “cinco minutos de fama” e o chama de “vagabundo”.
Além disso, ele afirma que o advogado deveria trabalhar para pagar as próprias contas.
Em seguida, Mondego respondeu publicamente com críticas diretas ao ex-subsecretário.
O advogado afirmou que atua para garantir que os acusados respondam judicialmente pelo crime investigado.
Além disso, ele declarou que continuará defendendo a vítima durante todo o processo judicial.
Investigação aponta emboscada contra a vítima
A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro investiga o estupro coletivo ocorrido em um apartamento localizado em Copacabana.
Segundo os investigadores, o imóvel utilizado no crime pertence à família de Simonin.
Além disso, a polícia trabalha com a hipótese de que a adolescente teria sido atraída para uma emboscada previamente planejada.
O caso gerou forte repercussão pública devido à gravidade das acusações e ao perfil dos envolvidos.
Justiça mantém prisão dos acusados
A Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro manteve a prisão preventiva dos quatro jovens acusados de participação no crime.
Entre os réus está Vitor Hugo Oliveira Simonin.
Além dele, também respondem ao processo Bruno Felipe dos Santos Allegretti, Mattheus Verissimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho.
Todos foram encaminhados para a Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica.
Eles respondem por estupro com agravante de a vítima ser menor de idade.
Além disso, os acusados também respondem pelo crime de cárcere privado.
Ex-subsecretário foi exonerado do cargo
O governo estadual exonerou José Carlos Costa Simonin do cargo de subsecretário no início de março.
Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro, a medida buscou preservar a integridade institucional.
Além disso, a decisão ocorreu enquanto o caso segue sob investigação das autoridades.
A exoneração foi confirmada oficialmente após a identificação do filho do ex-subsecretário entre os acusados.
Caso segue sob investigação
A investigação continua em andamento na Polícia Civil.
Além disso, novas diligências e depoimentos devem ser realizados durante o andamento do processo.
Enquanto isso, o caso segue gerando forte repercussão no Rio de Janeiro.
Autoridades e entidades acompanham o processo devido à gravidade das acusações.