Foto: Redes Sociais
O Botafogo, um dos clubes brasileiros classificados para o Mundial de Clubes da FIFA, sonha alto: trazer Cristiano Ronaldo para disputar o torneio. Embora improvável, a ideia ganhou força após a imprensa portuguesa sugerir que uma fonte da diretoria alvinegra considerou a negociação viável.
O cenário se tornou ainda mais instigante após o Al-Nassr, atual time de Ronaldo, perder a vaga no Mundial para o rival Al-Hilal. Com isso, o craque português ficaria teoricamente disponível para atuar por outro clube durante o torneio internacional.
Negociação movimenta torcedores e mídia esportiva
A possibilidade levantou debates intensos. Torcedores e ex-jogadores se manifestaram rapidamente nas redes sociais. O ex-lateral Rafael, que atuou com Ronaldo no Manchester United, pediu a ajuda de Rio Ferdinand para convencer o camisa 7 a vestir a camisa do Botafogo.
A presença de Cristiano Ronaldo em um clube brasileiro, especialmente em um campeonato global, traria repercussão mundial, além de aumentar a audiência, atrair patrocinadores e valorizar o futebol nacional.
Salário bilionário é obstáculo para qualquer clube
Apesar do entusiasmo, o salário de Ronaldo é um enorme empecilho. Segundo o jornal “Marca”, o português recebeu proposta de renovação com vencimentos mensais de € 15,2 milhões — cerca de R$ 95 milhões. Isso representa R$ 3,4 milhões por dia, uma quantia incompatível com a realidade do futebol sul-americano.
Integrantes da diretoria do Botafogo, consultados pelo portal GE, ironizaram a situação. Disseram que seria mais fácil contratar Cristiano Ronaldo Júnior, o filho do astro.
Mesmo assim, alguns fatores alimentam o otimismo. A mãe de Cristiano, Dolores Aveiro, e sua irmã Katia têm negócios em Balneário Camboriú, no Sul do Brasil. Além disso, o dono da SAF do Botafogo, John Textor, mantém boas relações com dirigentes do Al-Nassr.
Chances reais ainda são mínimas
Apesar de todos os rumores, a tendência mais provável é que Cristiano Ronaldo renove seu vínculo com o clube saudita. Além do aspecto financeiro, pesa também a preferência do jogador em permanecer atuando em ligas com grande visibilidade e estabilidade contratual.
Contudo, o simples fato de um clube brasileiro cogitar sua contratação já mostra a força do projeto de John Textor e o novo patamar do futebol nacional.
Fonte: fogaonet.com/oantagonista.com.br