Foto: Marina Garcia/Fluminense FC
O Fluminense deu um passo importante para a reforma do Estádio Presidente Manoel Schwartz, na Zona Norte do Rio, ao apresentar nesta terça-feira (18) o projeto de lei referente ao potencial construtivo das Laranjeiras. O plano, que será analisado pela Câmara Municipal do Rio, abre caminho para o clube vender o direito de construir em áreas como a Barra da Tijuca, com a finalidade de financiar a recuperação do estádio e a revitalização do clube social.
A diretoria do Fluminense deu início a uma fase crucial da reforma do Estádio Presidente Manoel Schwartz, com a apresentação formal do projeto de lei sobre o potencial construtivo de Laranjeiras, nesta terça-feira (18). O presidente da Câmara Municipal do Rio, Carlo Caiado, será o responsável por conduzir a análise do projeto pelos vereadores, uma etapa fundamental para que o clube possa dar sequência aos trabalhos de recuperação e modernização da histórica casa do Tricolor.
O projeto de venda do potencial construtivo das Laranjeiras, que permitirá ao clube negociar os direitos de construir em áreas da cidade, está em fase de avaliação. A expectativa é que as negociações sejam finalizadas entre o final de 2026 e início de 2027. Este é um passo importante na recuperação financeira do Fluminense, que enfrenta desafios econômicos, mas conta com o apoio de investidores interessados em explorar as áreas disponíveis, principalmente na Barra da Tijuca, uma das regiões mais cobiçadas para grandes empreendimentos imobiliários.
Desde que assumiu a gestão em 2019, o presidente Mário Bittencourt e sua equipe têm defendido a revitalização das Laranjeiras como uma prioridade. Ricardo Tenório, vice de projetos especiais, está à frente da execução do plano, que visa não só restaurar o estádio, mas também garantir a sustentabilidade financeira do clube.
O Fluminense entra agora em uma fila de projetos de grandes clubes e empreendimentos da cidade, como a reforma de São Januário, o Autódromo de Guaratiba e o Parque Imagine, que já estão em andamento. A tendência é que o potencial construtivo das Laranjeiras seja vendido rapidamente, dado o forte interesse da iniciativa privada.