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O Irã intensificou os ataques contra Israel na noite de domingo (15), lançando centenas de mísseis em direção a centros urbanos como Tel Aviv, Haifa e Jerusalém. Sirenes de alerta soaram em várias regiões, enquanto as defesas antiaéreas israelenses tentavam conter o avanço das ameaças.
Ao mesmo tempo, explosões atingiram uma refinaria de petróleo na costa e causaram danos significativos à infraestrutura elétrica da região central de Israel. Ruas em Tel Aviv amanheceram cobertas por entulhos e vitrines estilhaçadas.
Segundo a mídia estatal iraniana, os ataques miraram estruturas militares e civis, com o objetivo de minar a resistência israelense.
Israel revida e alega avanço estratégico sobre Teerã
Em resposta, a Força Aérea de Israel realizou ataques coordenados contra centros de comando da Força Quds, ligada à Guarda Revolucionária do Irã. As Forças Armadas afirmam ter destruído um terço dos sistemas de mísseis iranianos e alcançado “controle aéreo total sobre Teerã”.
Durante os bombardeios israelenses, Mohammad Kazemi, chefe de inteligência das forças iranianas, morreu. Autoridades iranianas relataram ao menos 224 mortos e mais de 1.200 feridos, majoritariamente civis.
Vítimas aumentam e civis entram em pânico
No lado israelense, pelo menos oito pessoas morreram nos ataques da noite, elevando o total de mortos para 24 desde sexta-feira (13). Em Haifa, cerca de 30 pessoas ficaram feridas.
A situação também se agravou no Irã, onde longas filas em postos de gasolina em Teerã indicam o êxodo de moradores apavorados com a escalada do conflito.
Comunidade internacional pede desescalada urgente
Apesar das hostilidades em curso, o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ter rejeitado um plano israelense para assassinar o aiatolá Ali Khamenei. Trump declarou desejar um acordo entre Irã e Israel, embora tenha admitido que “às vezes eles têm que lutar”.
Enquanto isso, líderes internacionais intensificam os apelos por cessar-fogo imediato. Contudo, tanto Israel quanto o Irã alertaram suas populações para evitarem áreas militares, indicando que novos ataques podem ocorrer a qualquer momento.
Fontes:
cnnbrasil.com.br
bbc.com