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Para celebrar seu primeiro ano, o museu inaugura “Mata Atlântica: in-finitos encantos”, uma experiência sensorial que destaca a riqueza e a importância do bioma.

O Museu do Jardim Botânico do Rio de Janeiro comemora seu primeiro aniversário com a inauguração da exposição “Mata Atlântica: in-finitos encantos”. A partir de 21 de março, a mostra, que une ciência e arte, traz uma imersão sensorial sobre a biodiversidade da Mata Atlântica, um bioma essencial para a preservação do planeta. O evento, com entrada gratuita, conta com o patrocínio da Shell Brasil, que reconhece a importância de difundir o conhecimento científico sobre a flora nacional.

A exposição, desenvolvida por um comitê curatorial formado por pesquisadores do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ), Shell Brasil e Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG), propõe uma jornada sensorial que desperta nos visitantes a conexão com a natureza. Cada sala da exposição foca em diferentes aspectos do bioma, apresentando ecosistemas como florestas, manguezais e restingas.

Imersão Sensorial na Mata Atlântica

A experiência começa com a ativação dos sentidos, onde os visitantes são imersos nas cores, sons e sensações da mata. Na segunda sala, a atriz e ativista ambiental Dira Paes convida os presentes a refletir sobre a necessidade de conservar esse bioma vital para a saúde do planeta. Ao final da visita, os visitantes são incentivados a plantar sementes de espécies nativas, que serão coletadas pelo JBRJ e doadas para projetos ambientais.

Programação Noturna: Flor da Lua

Em 21 de março, o museu também promove o evento especial “Flor da Lua”, com uma roda de choro do Quarteto Sumaré e uma oficina de coquetéis com frutas nativas, comandada pelo mixologista Ryu Tokai. Durante o evento, o público também poderá participar de visitas mediadas pela artista visual Fernanda Froes e pelo biólogo Luciano Lima, que participaram do comitê curatorial da exposição.

Instalação Artística: “Utopia Botânica”

Simultaneamente à exposição, será inaugurada a instalação “Utopia Botânica”, de Fernanda Froes. A artista recria poeticamente uma floresta fragmentada de pau-brasil, espécie símbolo da Mata Atlântica e que esteve à beira da extinção. A obra traz à tona a importância de preservarmos nossa diversidade natural por meio de técnicas sustentáveis e pigmentos extraídos diretamente da madeira.

Comemoração do Sucesso do Museu

Ricardo Piquet, presidente do IDG, ressaltou o papel fundamental do Museu do Jardim Botânico na promoção do conhecimento científico e na conscientização ambiental. Durante seu primeiro ano de funcionamento, o museu recebeu quase 80 mil visitantes e realizou mais de 450 atividades educativas, solidificando-se como um importante centro de aprendizado e reflexão sobre a biodiversidade.

Fontes: diariodorio.com/sopacultural.com

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