Apesar da alta internacional no preço do cacau, os cariocas não deixaram de manter a tradição de presentear com chocolates na Páscoa de 2025. Segundo levantamento realizado pela Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ), 55,9% dos consumidores do Rio planejam gastar até R$ 100 com chocolates neste período. Outros 33,7% devem desembolsar até R$ 200, enquanto 10,4% estimam gastar acima de R$ 300.
Presentes para mais de quatro pessoas
A pesquisa também apontou que 42,9% dos entrevistados pretendem presentear mais de quatro pessoas, evidenciando a tradição de distribuir chocolates entre amigos e familiares. Para 33,5%, a ideia é presentear até três conhecidos, enquanto 23,6% planejam dar chocolates para até duas pessoas mais próximas.
Tipos de chocolates mais procurados
Entre os tipos de chocolate preferidos pelos cariocas, as caixas de bombons lideram a escolha, com 35,4% dos consumidores optando por esse formato. Os ovos de chocolate (34,7%) e as barras de chocolate (30%) também são bastante procurados. Na hora da compra, dois fatores se destacam: marca e qualidade (38,7%) e promoções (38,2%).
Supermercados continuam sendo o destino preferido
Segundo a pesquisa, a maioria dos cariocas (43,4%) escolhe comprar chocolates de Páscoa em supermercados devido aos preços atraentes. Outros 35,1% preferem a conveniência e facilidade de compra, enquanto 21,5% optam pela variedade de opções e preços oferecidos pelos estabelecimentos. Fábio Queiróz, presidente da ASSERJ, destaca a importância dos supermercados, que oferecem as melhores ofertas e uma gama diversificada de produtos.
Gastos modestos com chocolates na Páscoa de 2025
De acordo com o levantamento, 55,9% dos cariocas devem gastar até R$ 100 com chocolates nesta Páscoa. Esse número reflete uma tendência de consumo mais comedida, que se mantém apesar da inflação nos preços do cacau. Os consumidores do Rio, no entanto, continuam optando por presentear com chocolates, o que garante que o mercado de Páscoa se manterá aquecido, embora com valores menores em comparação com anos anteriores.
Fontes: monitormercantil.com.br/diariodorio.com