A Prefeitura do Rio inaugurou oficialmente o Rio Museu Olímpico no domingo (3/08), marcando os nove anos dos Jogos Rio 2016. Além disso, o objetivo inclui promover esporte, cultura e educação.
Localização e estrutura
O museu funciona no anel superior do Velódromo do Parque Olímpico. Ele ocupa cerca de 1.700 m² a 2.300 m² e mantém a pista de ciclismo sem interferência.
Acervo e experiências interativas
O espaço reúne mil peças, mas exibe cerca de 300 em 13 áreas temáticas. Oferece aproximadamente 80 experiências sensoriais interativas. Por exemplo, o visitante pode “explodir” a Perimetral ou simular canoagem slalom.
Legado esportivo e urbano
O museu retrata a candidatura do Rio, a revitalização da Região do Porto, obras como VLT e BRT, e legado social das arenas em escolas e parques.
Relíquias dos Jogos
Visitantes conferem a tocha olímpica, medalhas, uniformes, ingressos, a bola da final do vôlei e a faixa preta de quimono da campeã Rafaela Silva.
Soft opening e visitação
Durante agosto e setembro, o museu funcionará em soft opening. O acesso gratuito ocorre de terça a sábado, das 10h às 14h, limitado a 120 pessoas por dia, em grupos de 30. O agendamento começa em 4 de agosto, pelo site oficial do museu.
Investimento e reconhecimento internacional
A Prefeitura investiu R$ 118 milhões na construção (R$ 73 milhões) e na iconografia (R$ 45 milhões). O espaço já integra oficialmente a Rede de Museus Olímpicos do Comitê Olímpico Internacional (COI).
Infraestrutura e acessibilidade
O Velódromo passou por revitalização: cobertura e fachada modernizadas, elevador exclusivo para visitantes, nova rampa, sistema de climatização, câmeras de segurança e combate a incêndio foram totalmente atualizados.
Declarações oficiais
O prefeito Eduardo Paes destacou que o museu eterniza a memória olímpica para cariocas e turistas. Ele também reforçou que os Jogos de 2016 deixaram um legado duradouro para a cidade.
Fontes: agenciabrasil.ebc.com.br/diariodorio.com/