(Foto: Instagram/UFC)
O UFC planeja seu retorno ao Brasil em grande estilo. A organização negocia a realização de um evento do tipo “Fight Night” para o dia 11 de outubro, na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro. Embora os detalhes ainda estejam sendo finalizados, a expectativa é de que o card não conte com transmissão via pay-per-view, mantendo o foco em alcance digital e presença local.
Essa possível edição marca o retorno da principal organização de MMA ao território brasileiro após um hiato de 17 meses. A última edição no país foi o UFC 301, em maio de 2024, quando Alexandre Pantoja defendeu seu cinturão contra Steve Erceg no mesmo local.
Rio como palco histórico do MMA
A escolha da capital fluminense não é por acaso. O Rio de Janeiro já foi cenário de momentos históricos no octógono, como o icônico nocaute de Anderson Silva e a vitória consagradora de José Aldo. Além disso, a cidade reúne uma base apaixonada de fãs e tradição no esporte.
Dessa forma, o UFC reforça sua relação com o Brasil, um dos principais mercados da organização. A Farmasi Arena, com capacidade para até 18 mil pessoas, deve receber o evento, tornando-o um marco na temporada 2025.
Detalhes da operação
A data prevista para o evento é 11 de outubro, e o local escolhido, a Farmasi Arena, já foi sede de edições anteriores. O card será do tipo Fight Night, ou seja, com foco em exibição digital e presença local, sem cobrança de pay-per-view. A organização deve confirmar nas próximas semanas os nomes que estarão presentes no card preliminar e principal.
Embora ainda não haja confirmação oficial, o evento já gera grande expectativa nos bastidores, especialmente pela ausência de eventos da franquia no Brasil desde maio do ano passado.
Estratégia e sinalizações
O presidente do UFC, Dana White, já havia sinalizado o desejo de trazer um evento ao Brasil em 2025. Apesar de não ter anunciado local e data na época, as tratativas avançaram com foco no Rio de Janeiro.
Essa movimentação integra uma estratégia de reconexão com o público brasileiro, considerando o crescimento do streaming esportivo e a força dos lutadores nacionais no ranking mundial.
Fontes:
superlutas.com.br