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Golpistas se passavam por titulares para desbloquear cartões e movimentar contas; funcionário da Caixa está entre os alvos da investigação.

Foto: Arquivo

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (10), a Operação Zelig, com o objetivo de desarticular um esquema de fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal. A ação mira criminosos que se passaram por correntistas reais para desbloquear cartões extraviados e movimentar contas fraudulentamente no Rio de Janeiro.

Os policiais cumpriram seis mandados de busca e apreensão nos bairros de Campo Grande, Senador Camará, Realengo e também em uma agência da Caixa em Deodoro. A ação contou com o apoio da Centralizadora Regional de Segurança (CISEPSP) do banco estatal.

Relatório técnico da Caixa deu início às investigações

A investigação teve início após a Centralizadora Nacional de Segurança e Prevenção à Fraude (CEFRA) da Caixa identificar movimentações suspeitas e tentativas de desbloqueio de cartões com indícios de fraude.

Segundo o relatório, os criminosos utilizavam dados de correntistas reais, com o objetivo de acessar contas e realizar saques. Em alguns casos, cartões chegaram adulterados aos clientes, e em outros, biometrias digitais foram cadastradas sem autorização, gerando suspeitas de falsificação.

Funcionário da Caixa é suspeito de envolvimento no esquema

Entre os alvos da operação está um funcionário da própria Caixa Econômica Federal, suspeito de facilitar o esquema criminoso. Ele teria ajudado na validação de cadastros biométricos falsos e nos processos internos de desbloqueio de cartões.

Além disso, clientes lesados relataram que não receberam os cartões solicitados, enquanto outros constataram possíveis adulterações nos envelopes ou nos próprios plásticos dos cartões.

Crimes investigados e possíveis punições

Os investigados poderão responder pelos crimes de furto mediante fraude e organização criminosa, cujas penas somadas podem ultrapassar 15 anos de prisão. A Polícia Federal seguirá aprofundando a análise dos materiais apreendidos e verificará o eventual envolvimento de outros funcionários ou terceiros.

Fonte: gov.br

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