A morte da cantora Preta Gil, aos 50 anos, neste domingo (20), causou comoção em todo o Brasil. A Prefeitura do Rio e o Governo do Estado decretaram luto oficial de três dias em homenagem à artista, que faleceu devido a complicações no tratamento contra o câncer. A medida reflete o impacto de Preta Gil, não apenas como uma talentosa cantora, mas também como uma figura fundamental na luta por causas sociais e culturais.
Homenagens de autoridades locais
O prefeito Eduardo Paes, ao anunciar o luto, ressaltou a importância de Preta Gil para a cidade. “Ela era a cara do Rio, arrastava multidões com seu bloco e sempre esteve na linha de frente das causas sociais. Sua partida é uma perda irreparável”, afirmou Paes.
O governador Cláudio Castro também expressou seu pesar e enfatizou o legado de Preta Gil. “Ela representava a força, a alegria e a diversidade do povo carioca e brasileiro. Seu legado permanecerá vivo para sempre”, destacou o governador.
O impacto cultural e social
A Câmara Municipal do Rio se uniu ao luto e publicou uma nota destacando a relevância de Preta Gil para a cidade. “Preta não foi apenas uma cantora de talento inquestionável. Ela usou sua voz, tanto nos palcos quanto fora deles, para defender causas importantes, combater o preconceito e promover a valorização da diversidade”, mencionou o comunicado. A artista também era reconhecida por sua atuação nos blocos de Carnaval, evento cultural que arrastava multidões pelas ruas da cidade e se tornou um símbolo de celebração à vida e à liberdade.
Luto oficial e suspensão de eventos
O período de luto oficial inclui a suspensão de todas as comemorações públicas nos próximos três dias, como forma de respeitar a memória da cantora e sua contribuição à cultura carioca. Durante esse tempo, as ruas do Rio de Janeiro, que sempre vibraram ao som dos blocos comandados por Preta Gil, estarão silenciosas em homenagem a essa grande figura da música.
Legado e representatividade
Preta Gil deixa um legado imenso de representatividade e luta contra o preconceito. Além de sua contribuição artística, a cantora foi uma defensora incansável dos direitos LGBTQIA+, do empoderamento feminino e de uma sociedade mais justa. Ela foi considerada um símbolo da diversidade e da alegria carioca, tendo se tornado uma figura icônica também no contexto nacional.
Fontes: diariodorio.com/prefeitura.rio