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Comissário reage a assalto à mão armada na Zona Norte e morre; esposa é ferida e investigação da Delegacia de Homicídios segue em andamento no Rio de Janeiro

Um policial civil foi morto a tiros durante uma tentativa de assalto no bairro do Maracanã, na Zona Norte do Rio de Janeiro, na madrugada deste domingo, após sair de um bar com a esposa.

Paulo Vitor Silva Heitor, de 40 anos, caminhava pela Rua Visconde de Itamarati quando dois criminosos chegaram em uma motocicleta e anunciaram o assalto por volta das três horas da manhã.

Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que um dos suspeitos desce do veículo, aponta a arma e efetua disparos contra o policial civil durante a abordagem criminosa.

Reação, tiros e morte no local

O policial tentou reagir à ação dos criminosos e chegou a efetuar disparos, porém foi atingido por dois tiros, sendo um no tórax e outro no joelho, conforme apuração inicial.

Mesmo com a tentativa de socorro, o agente não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local, antes da chegada das equipes de emergência.

A esposa do policial também foi atingida durante a ação, recebeu atendimento do Corpo de Bombeiros e foi encaminhada para uma unidade hospitalar da região.

Investigação da Polícia Civil

A Delegacia de Homicídios da Capital assumiu a investigação e iniciou a coleta de depoimentos de testemunhas que presenciaram a tentativa de assalto na Zona Norte do Rio.

Os investigadores analisam imagens de câmeras de segurança da região, enquanto diligências buscam identificar os criminosos responsáveis pelo assassinato do policial civil.

Paulo Vitor Silva Heitor atuava como comissário da Polícia Civil e trabalhava na Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis, unidade especializada no combate a crimes patrimoniais.

Violência urbana e repercussão

O crime reacende o debate sobre a violência urbana no Rio de Janeiro, especialmente em áreas com grande circulação noturna e histórico de assaltos na Zona Norte da cidade.

Autoridades destacam a necessidade de reforço na segurança pública, enquanto o caso gera comoção entre colegas de corporação e moradores da região do Maracanã.

Sepultamento e homenagens

O sepultamento do policial civil está marcado para esta segunda-feira, às treze horas, no Cemitério da Penitência, localizado no bairro do Caju, na Zona Portuária do Rio.

Familiares, amigos e colegas da Polícia Civil devem prestar homenagens ao agente, reconhecido por sua atuação no enfrentamento à criminalidade no estado.

Fontes: cnnbrasil.com.br

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