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Manifestação “Acorda Brasil” mobiliza lideranças conservadoras em mais de 20 cidades do país.

Foto: CNN

Lideranças da direita iniciaram, na manhã deste domingo (1º), atos políticos em diversas capitais brasileiras. As manifestações criticam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e decisões do Supremo Tribunal Federal.

Além disso, organizadores batizaram o movimento de “Acorda Brasil”. O deputado Nikolas Ferreira lidera a mobilização nacional.

Os atos ocorrem em mais de 20 cidades. Pela manhã, manifestantes se concentraram em Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Salvador.

Críticas ao governo e ao STF

Os participantes protestam contra políticas do governo federal. Além disso, eles direcionam críticas a ministros do STF, como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.

Segundo organizadores, as manifestações também abordam o caso envolvendo o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro. No entanto, detalhes jurídicos ainda são debatidos.

Enquanto isso, apoiadores exibem faixas e cartazes com críticas ao Judiciário. Discursos foram realizados em trios elétricos nas capitais.

Presença de pré-candidatos e governadores

Nikolas Ferreira participou do ato em Belo Horizonte. Além dele, a deputada Bia Kicis mobilizou apoiadores em Brasília.

O senador Rogério Marinho, líder da oposição no Senado, também marcou presença. Além disso, Carlos Bolsonaro participou do evento na capital federal.

Em São Paulo, organizadores preveem a presença do senador Flávio Bolsonaro. Também são aguardados os governadores Romeu Zema e Ronaldo Caiado.

Além disso, pré-candidatos às eleições deste ano utilizam os atos para ampliar visibilidade política. O evento foi organizado por lideranças conservadoras.

Mobilização nacional

Os organizadores convocaram apoiadores por meio das redes sociais. Portanto, caravanas viajaram durante a madrugada para participar das concentrações.

A Polícia Militar acompanha os atos nas capitais. Até o momento, não foram registrados confrontos relevantes.

Enquanto isso, representantes do governo federal não comentaram oficialmente as manifestações. O cenário político permanece tensionado.

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