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Fiscais encontraram 160 litros de bebida sem rótulo, além de alimentos irregulares; outro bar foi interditado por más condições sanitárias.

A Prefeitura do Rio de Janeiro apreendeu mais de 100 litros de cachaça clandestina em um bar na Rua General Magalhães Barata, no Jardim América, Zona Norte do Rio, durante uma operação de fiscalização nesta quarta-feira (12). A ação, conduzida por agentes da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) e do Instituto Municipal de Vigilância Sanitária (Ivisa-Rio), também identificou alimentos comercializados de forma irregular.

De acordo com os fiscais, foram 160 litros de cachaça sem rótulo e sem registro no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), sem qualquer identificação de origem. Além disso, o estabelecimento mantinha salame e manteiga sem autorização para venda, em condições que colocavam em risco a saúde dos consumidores.

Na mesma operação, outro bar da região, que vendia kits de churrasco preparados no próprio local, foi autuado e interditado por apresentar falta de higiene e estrutura precária.

Ações intensificadas contra produtos irregulares

O Ivisa-Rio informou que a operação faz parte de um programa de fiscalização ampliado voltado a comércios de bebidas e alimentos em todas as regiões da cidade. Desde o início de outubro, mais de mil estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas já foram inspecionados na capital fluminense.

A Prefeitura reforça que as fiscalizações buscam garantir a segurança alimentar, coibir a venda de bebidas adulteradas e proteger a saúde pública, já que o consumo de produtos clandestinos pode causar intoxicações graves.

As operações seguem de forma contínua, com apoio da Seop, e priorizam regiões com maior número de denúncias sobre bebidas falsificadas e condições insalubres.

Riscos da cachaça clandestina

Especialistas alertam que bebidas alcoólicas sem registro podem conter substâncias tóxicas, como o metanol, causador de cegueira, insuficiência renal e até morte. Produtos sem procedência legal também violam normas de vigilância sanitária e representam concorrência desleal ao comércio regularizado.

A população pode colaborar denunciando estabelecimentos suspeitos à Central 1746, canal oficial da Prefeitura do Rio.

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