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Crime envolvendo tiros de fuzil ocorreu em via movimentada e chocou moradores; perícia e investigação estão em andamento.

Um homem foi executado com diversos disparos de fuzil na tarde desta terça-feira (12) enquanto dirigia um veículo na Rua Carlos Oswaldo, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. O ataque ocorreu em plena luz do dia e deixou o para-brisa do carro perfurado, gerando pânico entre comerciantes e pedestres que presenciaram a cena. A Polícia Militar isolou o local, e a Delegacia de Homicídios da Capital assumiu as investigações para identificar os autores e a motivação do crime.

O crime chocou a região nobre da Barra da Tijuca quando a vítima, um homem de aproximadamente 39 anos identificado como Tiago Silva, foi surpreendida dentro de seu Hyundai Creta branco. Os disparos, ocorridos de modo rápido e preciso, perfuraram principalmente o para-brisa do lado do motorista, evidenciando o uso de armamento de alta potência, possivelmente um fuzil. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local, enquanto o carro permanecia crivado de marcas de tiro.

Testemunhas relatam que o ataque foi fulminante, com o veículo atingido enquanto estava parado, gerando pânico imediato entre quem circulava pela área. A Rua Carlos Oswaldo é paralela à Avenida das Américas, uma das principais vias da cidade, o que indica que o crime envolveu planejamento e ousadia dos criminosos.

Equipes do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) chegaram rapidamente, isolando a cena e garantindo a segurança para a chegada da perícia. A Delegacia de Homicídios da Capital, responsável pelos casos mais graves, deu início à investigação, coletando depoimentos e imagens das proximidades com o intuito de identificar testemunhas, suspeitos, e o veículo utilizado na fuga.

Esse crime relembra um atentado ocorrido há cerca de um mês contra Vinicius Drumond, um conhecido contraventor, que também teve seu carro alvejado na Avenida das Américas, sem, contudo, sofrer ferimentos. Esse padrão sugere uma possível escalada de violência e uso de força letal dirigidos a figuras específicas — ou ainda, disputas envolvendo organização criminosa.

A rápida difusão de imagens nas redes sociais reforçou o choque da população local, que reforça a sensação de insegurança mesmo em áreas antes consideradas tranquilas. Moradores e comerciantes clamam por maior presença policial e monitoramento por câmeras, como forma de prevenir novos episódios.

Fontes:
odia.ig.com.br
g1.globo.com

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