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Operação da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente apreende grande quantidade de materiais utilizados em crime ambiental na Baixada Fluminense.

Um homem foi preso em flagrante por crime ambiental e o material foi apreendido  • Gersinho Rádio e TV

Policiais civis da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) prenderam um homem por fabricar balões e fogos de artifício em Seropédica, na Baixada Fluminense. A ação ocorreu nesta quinta-feira (19/06), após denúncias apontarem um possível encontro de baloeiros em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

Assim que receberam as informações, os agentes iniciaram diligências com o objetivo de localizar os envolvidos. Durante as investigações, a equipe identificou diversos endereços ligados aos suspeitos de praticar o crime ambiental.

Cumprimento de mandado resulta em flagrante

Após reunir as evidências, os policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão na residência do suspeito, em Seropédica. No local, eles encontraram grande quantidade de materiais para a fabricação de balões e fogos de artifício.

Os agentes apreenderam papeis, moldes, cordas, buchas e explosivos artesanais. Durante a operação, o homem foi preso em flagrante. Segundo a Polícia Civil, ele responderá por crime ambiental, conforme previsto na legislação vigente.

Crime ambiental coloca em risco áreas de proteção

A prática de soltar balões representa uma grave ameaça ambiental, sobretudo em regiões próximas a áreas de mata e unidades de conservação. Os balões podem causar incêndios de grandes proporções, colocando em risco tanto a fauna quanto a flora local.

Além disso, o transporte e o armazenamento de materiais explosivos sem autorização configuram outras infrações penais, agravando ainda mais a situação do detido.

Delegacia reforça o combate aos baloeiros

A Polícia Civil afirmou que continuará intensificando as ações de combate aos baloeiros em todo o estado. O objetivo principal é impedir a fabricação e a soltura de balões, que historicamente causam sérios danos ambientais no Rio de Janeiro.

As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos com a fabricação e comercialização ilegal desse tipo de material.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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