Um motorista de aplicativo de 61 anos relatou ter sido vítima de um assalto durante uma corrida realizada na madrugada do último dia 14, no Rio de Janeiro.
Segundo o relato registrado pela vítima, ele foi agredido, mantido sob ameaça e ficou cerca de uma hora e meia em poder dos criminosos antes de ser abandonado.
O caso foi registrado na 34ª DP (Bangu).
Passageiros anunciaram assalto durante a corrida
De acordo com o motorista, a viagem começou no Parque União, com destino a Vaz Lobo, na Zona Norte.
Durante o trajeto, o grupo teria solicitado uma mudança de destino. Já na Rua Oliveira Figueiredo, os passageiros que estavam no banco traseiro anunciaram o assalto.
A vítima afirmou que foi atacada pelos criminosos, que teriam utilizado agressões físicas para dominá-la.
“Um deles já me deu um mata-leão, tentando fazer com que eu desacordasse. Me deram socos no rosto também”, relatou.
Vítima foi mantida dentro do próprio veículo
Ainda segundo o motorista, uma das passageiras deixou o carro e outros criminosos entraram no veículo.
Ele contou que foi obrigado a ir para o banco traseiro, onde permaneceu encapuzado enquanto um dos suspeitos assumiu a direção.
Durante a ação, os criminosos teriam exigido acesso ao celular e aos aplicativos bancários da vítima.
Carro foi levado e motorista abandonado na Zona Oeste
O motorista afirmou que permaneceu sob o controle do grupo durante aproximadamente uma hora e meia, enquanto o veículo circulava por diferentes pontos da Zona Oeste.
Depois, ele teria sido abandonado na Rua Ribeiro de Andrade, em Padre Miguel.
Segundo o relato, ele foi deixado sem celular, dinheiro e sem o veículo.
Um morador da região acionou a Polícia Militar, e o carro acabou sendo recuperado posteriormente.
Polícia investiga o caso
O veículo foi encaminhado para uma oficina após ser localizado. Segundo a vítima, algumas peças e rodas haviam sido retiradas.
O motorista informou que ainda não sabe quando poderá retornar ao trabalho.
A ocorrência segue sendo investigada pela Polícia Civil. As circunstâncias do crime e a identificação dos envolvidos ainda serão apuradas.
Fontes: g1.globo.com