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Conflito entre banhistas e barraqueiros envolveu cabos de ferro e cadeiras arremessadas; caso foi registrado na 10ª DP e segue sob investigação

Foto: Reprodução

Uma confusão generalizada na Praia Vermelha, na Zona Sul do Rio de Janeiro, assustou banhistas e virou caso de polícia no último sábado (8). O confronto entre clientes e trabalhadores das barracas de praia escalou rapidamente, resultando em trocas de agressões, objetos arremessados e até ameaças de morte.

Imagens registradas por frequentadores e divulgadas nas redes sociais mostram homens empunhando cabos de ferro e pedaços de madeira, enquanto cadeiras voavam pelo ar. Famílias com crianças precisaram se afastar às pressas para evitar ferimentos.

Vídeo: Reprodução Redes Sociais

O que motivou a briga?

O início do tumulto teria sido um desentendimento sobre o uso de uma cadeira. O lutador de MMA Igor Chatubinha relatou que seu primo recebeu o assento de uma família que já estava na praia. No entanto, um dos barraqueiros abordou o rapaz de maneira agressiva, exigindo pagamento imediato.

Mesmo com a garantia de que a cadeira seria paga, a discussão esquentou e Chatubinha decidiu intervir. “De repente, mais de 30 barraqueiros vieram com barras de ferro, madeira e pedras. Atacaram a mim e ao tio da minha mulher, que tem 50 anos. Ele quebrou todas as costelas e sofreu ferimentos graves”, relatou o lutador.

Do outro lado, os barraqueiros alegam que a confusão começou devido a uma divergência sobre o pagamento de produtos consumidos.

Investigação policial em andamento

A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou que o caso foi registrado na 10ª Delegacia de Polícia (Botafogo). Agentes já ouviram os envolvidos e seguem realizando diligências para esclarecer os fatos. Até o momento, ninguém foi preso.

O tumulto ocorreu a poucos metros do Círculo Militar da Praia Vermelha, um local frequentado por militares e suas famílias.

Conflitos na orla carioca preocupam

Casos de violência em praias do Rio têm se tornado mais frequentes, o que acende um alerta para a segurança dos banhistas. Especialistas recomendam que turistas evitem conflitos e acionem as autoridades sempre que se sentirem ameaçados.

Fonte: cnnbrasil.com.br/odia.ig.com.br

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