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Nova divisão da Guarda Municipal terá patrulhamento armado, 118 viaturas e atuação focada no combate a roubos e furtos em áreas estratégicas da cidade.

A Força Municipal de Segurança do Rio de Janeiro começa a atuar nas ruas a partir de março, com um efetivo inicial de 600 agentes armados, frota de 118 viaturas e foco no combate a roubos e furtos. A nova divisão, vinculada à Guarda Municipal, terá atuação integrada às polícias estaduais e operará prioritariamente em regiões com maior incidência criminal, segundo a Prefeitura do Rio.

Atuação armada e foco em roubos e furtos

A nova Força Municipal de Segurança foi criada para reforçar o patrulhamento ostensivo na cidade, especialmente em áreas mapeadas por manchas criminais. Os agentes atuarão armados com pistolas calibre 9 milímetros e contarão também com equipamentos de menor potencial ofensivo, como tasers, spray de pimenta e gás lacrimogêneo.

Segundo o prefeito Eduardo Paes, a iniciativa não substitui as forças estaduais, mas atua de forma complementar.

“Nós queremos ser complementares a quem tem a responsabilidade de fazer segurança pública no estado do RJ, que são os governos estaduais, com a Polícia Militar e com a Polícia Civil”, afirmou o prefeito.

Estrutura, viaturas e patrulhamento

A Divisão de Elite da Guarda Municipal do Rio de Janeiro contará com 118 veículos, entre viaturas, motocicletas, pick-ups e vans, ampliando a capacidade de resposta rápida e presença territorial.

Além do patrulhamento motorizado, haverá ações a pé, realizadas por duplas ou trios de agentes, com o objetivo de aumentar a proximidade com a população e a observação direta em regiões com maior fluxo de pessoas e registros de crimes.

Os agentes usarão uniformes próprios e câmeras corporais de uso obrigatório durante o serviço, além de dispositivos móveis de monitoramento operacional.

Planejamento e controle operacional

De acordo com o diretor-geral da Força Municipal, Brenno Carnevale, a nova estrutura foi pensada com base em planejamento, controle e supervisão permanente.

“Agentes bem selecionados, treinados, preparados e equipados para atuar nas ruas com missões claras e uso responsável da força”, destacou.

A Prefeitura afirma que a atuação será orientada por dados, com metas mensuráveis e integração com as polícias Civil e Militar do Estado do Rio de Janeiro.

Segurança pública segue sob responsabilidade do Estado

Apesar do reforço municipal, a administração municipal reforça que a segurança pública continua sendo atribuição do governo estadual. A Força Municipal de Segurança atuará de forma complementar, concentrando esforços em crimes como roubos e furtos, considerados os que mais afetam a rotina da população.

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