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Perícia continua em andamento; subsolo permanece interditado e responsabilidades seguem sob apuração.

Foto: Reprodução

O incêndio no Shopping Tijuca completou um mês sem conclusão oficial das investigações. O caso matou duas pessoas na Zona Norte do Rio.

Desde então, as autoridades mantêm a perícia em andamento. Além disso, ainda não apontaram a causa definitiva do incêndio.

O shopping reabriu parcialmente em 16 de janeiro. Contudo, diversas áreas seguem interditadas por determinação da Defesa Civil.

Funcionamento parcial e restrições

Apesar da reabertura, o Shopping Tijuca opera com limitações. Dessa forma, o subsolo permanece fechado ao público.

Além disso, parte do primeiro piso segue interditada. Pelo menos 14 lojas continuam sem funcionamento regular.

Frequentadores relatam cheiro persistente de fumaça no interior do centro comercial. Entretanto, a administração tenta minimizar o problema.

Segundo relatos, o shopping instalou difusores aromáticos de canela nas entradas automáticas. Assim, a medida busca reduzir o desconforto dos clientes.

Vistorias e atualização dos bombeiros

O Corpo de Bombeiros mantém vistorias técnicas no local. Além disso, a corporação avalia danos estruturais e sistemas de segurança.

Segundo os bombeiros, uma nova atualização oficial deve ser divulgada até quarta-feira, dia 4. Portanto, o laudo pericial segue aguardado.

Enquanto isso, a Defesa Civil mantém as interdições preventivas. Dessa maneira, o órgão prioriza a segurança de lojistas e frequentadores.

Curto-circuito está entre as hipóteses

A perícia investiga diversas hipóteses para o incêndio. Entre elas, aparece um possível curto-circuito no ar-condicionado da loja Bell’Art.

A loja funcionava no subsolo do shopping. Portanto, os investigadores concentram análises nessa área específica.

Além disso, a polícia apura se os protocolos de segurança foram cumpridos. Assim, os agentes analisam registros e procedimentos internos.

Os investigadores também verificam se houve atraso no acionamento do Corpo de Bombeiros. Da mesma forma, avaliam a execução do plano de evacuação.

Falhas apontadas antes do incêndio

Outro ponto central envolve uma vistoria realizada dias antes do incêndio. O relatório técnico foi elaborado em 27 de dezembro.

O documento apontava materiais combustíveis em áreas técnicas. Além disso, indicava detectores de incêndio inoperantes.

O relatório também registrava armazenamento de produtos acima da altura permitida pelos sprinklers. Portanto, os riscos já estavam identificados.

O supervisor Anderson Aguiar do Prado e a brigadista Emellyn Silva Aguiar assinaram o documento. Ambos morreram no incêndio.

Danos estruturais e liberação total

Segundo o Corpo de Bombeiros, o subsolo sofreu danos significativos. Os sistemas de hidrantes e chuveiros automáticos foram comprometidos.

Além disso, elementos estruturais da edificação apresentaram avarias. Por isso, a liberação total segue condicionada a reparos completos.

A Defesa Civil informou que só autorizará a reabertura integral após a eliminação de todos os riscos. Assim, o shopping precisa atender todas as exigências.

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