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Crime foi registrado por câmeras, ocorreu em via pública e terminou com prisão em flagrante do suspeito por feminicídio.

Foto: Reprodução

Uma agente comunitária de saúde foi morta a tiros, nesta quarta-feira, ao chegar para trabalhar em Quintino Bocaiúva, na Zona Norte do Rio.

A vítima, Amanda Loureiro da Silva Mendes, tinha 25 anos e foi atacada em frente à Faetec, na Rua Clarimundo de Melo.

Segundo a Polícia Civil, o ex-companheiro abordou Amanda no local e efetuou vários disparos à queima-roupa.

Crime foi registrado por câmeras de segurança

Imagens de câmeras instaladas na região flagraram o momento em que o suspeito se aproxima da vítima e atira em plena via pública.

Logo após os disparos, Amanda caiu no chão, enquanto o agressor fugiu a pé pelas ruas do bairro.

Apesar disso, testemunhas acionaram rapidamente as autoridades e equipes de emergência.

Tentativa de socorro e morte confirmada

Socorristas encaminharam Amanda para uma unidade de saúde da região, porém ela não resistiu aos ferimentos.

O óbito foi confirmado pouco tempo depois, ainda na manhã desta quarta-feira.

Posteriormente, o corpo foi levado ao Instituto Médico-Legal, no Centro do Rio.

Suspeito tentou fugir, mas foi preso

Após o crime, Wagner Araújo, ex-companheiro da vítima, tentou escapar caminhando pela região de Madureira.

No entanto, policiais localizaram o suspeito na Estrada do Portela e efetuaram a prisão em flagrante.

Em seguida, os agentes o encaminharam para a 29ª Delegacia de Polícia, em Madureira.

Confissão e histórico de violência

Durante o depoimento, Wagner confessou o crime e afirmou que manteve um relacionamento de sete anos com Amanda.

Segundo a polícia, o casal estava separado havia quatro meses e tinha dois filhos.

Além disso, o suspeito declarou que não aceitava o fim do relacionamento.

De acordo com os investigadores, Amanda possuía uma medida protetiva contra o agressor, que a perseguia com frequência.

Ainda segundo a Polícia Civil, Wagner já havia sido preso por homicídio em 2019.

Ele também possui antecedentes por porte ilegal de arma de fogo e violência doméstica.

Atuação policial e investigação

Agentes do 9º BPM isolaram a área e preservaram o local do crime para a perícia técnica.

Posteriormente, a Delegacia de Homicídios da Capital assumiu as investigações.

O caso foi registrado como feminicídio e segue sob apuração.

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