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Com equipamentos de alta definição importados da Turquia, peritos agora identificam criminosos de forma mais precisa e ágil, utilizando scanners de última geração.

Peritos brasileiros usam tecnologias que permitem identificar criminosos com mais precisão e rapidez — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Peritos brasileiros estão modernizando a forma como identificam criminosos com o uso de equipamentos de última geração, importados da Turquia. Os aparelhos, que funcionam como scanners, possuem câmeras com resolução 8K e lentes especiais que anulam reflexos. Com isso, capturam imagens detalhadas e revelam vestígios invisíveis ao olho nu.

Luciana Rios, papiloscopista da Polícia Civil do Paraná, explica como a tecnologia transforma o trabalho pericial: “Eu consigo, ao vivo, selecionar diferentes luzes e filtros no tablet. Isso otimiza a imagem e me permite captar os melhores detalhes.” A inovação substitui os antigos pincéis e pós usados para identificar impressões digitais na cena do crime.

A principal vantagem dessa tecnologia é a preservação das minúcias das impressões digitais, sem a necessidade de contato físico com a superfície, o que pode evitar danos. Luciana Rios observa: “Com o novo equipamento, não corro o risco de arranhar a impressão digital. Conseguimos preservar mais detalhes e informações.”

Além do Paraná, outros estados como Espírito Santo, Ceará e Santa Catarina já utilizam o equipamento de 8K. Pernambuco, Rio de Janeiro e Pará, por exemplo, estão em processo de aquisição da versão mais recente. Seis estados já possuem a versão inferior, enquanto outros sete, juntamente com o Distrito Federal, planejam seguir o mesmo caminho.

Os dispositivos também estão conectados à internet, permitindo que as imagens coletadas sejam transmitidas diretamente para o banco de dados, acelerando a comparação com o sistema e a identificação de suspeitos. Em alguns casos, os criminosos podem ser identificados em questão de minutos.

Camila Cecconello, delegada de Homicídios e Proteção à Pessoa do Paraná, destaca a importância da tecnologia: “A prova técnica, gerada por esses aparelhos, é irrefutável e agiliza a responsabilização dos suspeitos. Isso reduz a dependência de testemunhas, que nem sempre são confiáveis.”

O Instituto de Identificação do Paraná já iniciou o uso dos novos aparelhos. Agentes de diversas regiões do estado passaram por treinamentos especializados para operar os equipamentos. Camila Cecconello acredita que a perícia técnica é o futuro da investigação criminal: “A tecnologia será essencial para resolver mais crimes no Brasil.”

Fontes: G1 / Jornal Nacional

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