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Cabo do 2º BPM foi detido após investigação apontar que ele executou o jovem Kaik Azevedo com cinco tiros; crime teria sido motivado por ciúmes e ameaças anteriores.

Um policial militar de 51 anos foi preso nesta sexta-feira (4), no batalhão onde trabalhava, em Botafogo, suspeito de executar o próprio sobrinho-neto em um bar na Vila Geny, em Itaguaí, Baixada Fluminense. Segundo a investigação, o entregador Kaik dos Santos Azevedo, de 21 anos, foi morto com cinco tiros após uma discussão motivada pelo fato de o jovem ter descoberto que o cabo Alexandre Severino Rodrigues dos Santos havia tentado se envolver com uma ex-namorada sua.

A prisão foi realizada por agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). O PM foi encaminhado à Unidade Prisional da Polícia Militar, em Niterói.

Investigação aponta execução premeditada

De acordo com os investigadores, Kaik vinha recebendo ameaças de morte pouco antes do crime. Testemunhas relataram que Alexandre, irritado com o desentendimento, teria prometido matar o sobrinho-neto.

No dia 28 de agosto, o policial e um cúmplice chegaram ao bar onde o jovem trabalhava. A DHBF afirma que o cabo entrou no estabelecimento e executou Kaik com cinco disparos de pistola calibre .380. Em seguida, fugiu com o comparsa.

A polícia ainda busca identificar o homem que participou da ação criminosa e localizar a arma usada no homicídio.

PM tem histórico de violência e já foi expulso da corporação

A Delegacia de Homicídios confirma que Alexandre Severino possui passagens anteriores por crimes como violência doméstica e homicídio qualificado. Em 2012, ele chegou a ser excluído da Polícia Militar, mas acabou absolvido e retornou à corporação posteriormente.

A PM informou que a Corregedoria foi notificada e que o policial foi imediatamente recolhido à unidade prisional. Em nota, reforçou que não tolera desvios de conduta e que policiais envolvidos em crimes serão punidos.

Família pede justiça; DHBF reforça canal de denúncias

A DHBF solicita que moradores da região que tenham informações sobre o caso entrem em contato com o Disque-Denúncia (21 2253-1177).

Kaik, que trabalhava como entregador, era descrito por familiares como um jovem tranquilo e dedicado. A morte causou forte comoção na comunidade da Vila Geny.

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