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Cortejo do padroeiro percorre a cidade, mobiliza gerações e une fé e cultura popular no Estácio.

Foto: Reprodução/TV Globo

Centenas de fiéis participaram, nesta segunda-feira, da procissão de São Sebastião no Rio de Janeiro.
O cortejo saiu da Tijuca e, em seguida, avançou pelas ruas até o Centro.

Além disso, famílias inteiras caminharam juntas, pagando promessas e renovando votos de devoção.
Assim, a fé atravessou gerações e manteve viva uma tradição histórica da cidade.

Devoção que atravessa séculos

A devoção ao padroeiro acompanha o Rio desde a fundação, há mais de 460 anos.
A imagem do santo chegou com Estácio de Sá e, desde então, marcou a identidade carioca.

Portanto, dentro das casas e nas ruas, a fé permanece presente.
Enquanto isso, relatos de devotos reforçaram a herança familiar dessa devoção.

Durante todo o dia, o Santuário de São Sebastião recebeu milhares de pessoas na Tijuca.
As missas começaram às 5h e seguiram sem intervalos, com a igreja sempre lotada.

À tarde, a imagem saiu sob aplausos, vivas e pétalas de rosas.
Nesse momento, a emoção tomou conta dos fiéis e dos visitantes.

Bênção às escolas de samba no Estácio

Ao chegar ao Estácio, o cortejo fez uma pausa simbólica.
O cardeal Dom Orani Tempesta abençoou estandartes e sambistas.

Em resposta, representantes das escolas cercaram a imagem com bandeiras.
Assim, fé e carnaval se uniram em um dos pontos altos da procissão.

Símbolo de resistência e identidade

São Sebastião simboliza coragem, resistência e superação diante das dificuldades.
Por isso, muitos o consideram o santo mais identificado com o espírito carioca.

Enquanto isso, a procissão reafirmou a ligação entre religião e cultura popular.
Consequentemente, o evento reforçou o papel do padroeiro na vida da cidade.

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