O Rio de Janeiro criou um programa que prevê o uso de videogames como ferramenta terapêutica complementar para pessoas com deficiência, síndromes e Transtorno do Espectro Autista (TEA). A medida está prevista na Lei 11.306/26, aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), sancionada pelo Poder Executivo e publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (4).
Batizado de “Jogos Eletrônicos Inclusivos – Gameterapia”, o programa poderá ser desenvolvido em instituições públicas ou privadas, com atendimentos realizados individualmente ou em grupo.
Como funcionará a gameterapia
De acordo com a nova legislação, as sessões deverão ser conduzidas por profissionais capacitados e habilitados para exercer a atividade.
O programa também prevê avaliações qualitativas periódicas para acompanhar os resultados das atividades e permitir que elas sejam adaptadas de acordo com as necessidades de cada paciente.
Os objetivos terapêuticos de cada pessoa serão definidos individualmente por fisioterapeutas ou terapeutas ocupacionais.
A proposta estabelece, portanto, que os jogos eletrônicos sejam utilizados como uma ferramenta complementar dentro do acompanhamento terapêutico, considerando as necessidades específicas de cada paciente.
Atendimento poderá ser individual ou em grupo
A gameterapia poderá ser aplicada tanto em sessões individuais quanto coletivas, de acordo com a avaliação dos profissionais responsáveis.
As atividades deverão ser acompanhadas periodicamente para verificar os resultados alcançados e ajustar os objetivos e métodos utilizados durante o tratamento.
A nova lei cria uma política específica para ampliar o uso de recursos tecnológicos no atendimento terapêutico de pessoas com deficiência, síndromes e TEA no estado.
Fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj)