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Presidente dos EUA também considera novas sanções para pressionar Teerã.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou bombardear o Irã caso o país não aceite um novo acordo sobre seu programa nuclear. Durante entrevista à NBC News neste domingo (30.mar.2025), ele também mencionou a possibilidade de impor tarifas secundárias para aumentar a pressão econômica sobre Teerã.

“Se eles não fizerem um acordo, haverá bombardeios”, declarou Trump. “Mas há uma chance de que, se não houver um acordo, eu aplique tarifas secundárias, como fiz quatro anos atrás”.

Conflito diplomático e medidas econômicas

Trump destacou que autoridades americanas e iranianas estão em negociações, mas não forneceu detalhes sobre os avanços. O Irã, no entanto, rejeitou a pressão. O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, confirmou que Teerã enviou uma resposta formal a Trump por meio de Omã, conforme divulgado pela agência de notícias IRNA.

A crise atual se intensificou após Trump retirar os EUA do acordo nuclear de 2015, que impunha limites ao programa nuclear iraniano em troca do alívio de sanções. Desde então, Teerã expandiu o enriquecimento de urânio além dos níveis acordados, aumentando as tensões com as potências ocidentais.

Acusações sobre armas nucleares

Os EUA e aliados acusam o Irã de tentar desenvolver armas nucleares sob o pretexto de um programa de energia civil. O governo iraniano nega as acusações e insiste que sua atividade nuclear tem fins exclusivamente pacíficos.

Além das ameaças ao Irã, Trump indicou que pode impor tarifas de 25% a 50% sobre importações de petróleo russo caso Moscou não negocie um acordo para encerrar a guerra na Ucrânia. O presidente americano afirmou que ficou “muito irritado” com as declarações do presidente russo, Vladimir Putin, sobre o governo ucraniano.

Na última semana, Putin sugeriu a remoção de Volodymyr Zelensky da presidência e a convocação de novas eleições supervisionadas pela ONU. A proposta gerou forte reação internacional e aumentou a instabilidade na região.

Fontes:
g1.globo.com
cnnbrasil.com.br
poder360.com.br

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