Pesquisar
ALERJ - Transforma sua vida

Vinícius Kleber Di Carlantonio Martins, o “Cheio de Ódio”, foi morto após confronto com a Polícia Civil. Ele possuía um extenso histórico criminal e era o chefe do tráfico nos Tabajaras.

Durante uma operação da Polícia Civil nesta terça-feira (15) na Ladeira dos Tabajaras, comunidade localizada entre Copacabana e Botafogo, no Rio de Janeiro, Vinícius Kleber Di Carlantonio Martins, conhecido como “Cheio de Ódio”, foi morto após um intenso confronto com os policiais. O traficante, que havia sido preso e solto mais de 30 vezes ao longo de sua vida, foi identificado como um dos principais líderes do tráfico na região.

A operação tinha como objetivo cumprir mandados de prisão relacionados à morte do policial civil João Pedro Marquini, assassinado no final de março. Os agentes da Delegacia de Homicídios (DHC) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) cercaram a comunidade de Tabajaras na madrugada de terça-feira, quando começaram os confrontos.

Histórico Criminal Extenso

Vinícius, o “Cheio de Ódio”, possuía um longo histórico criminal, com mais de 30 passagens pela polícia. Ele foi preso diversas vezes, mas sempre conseguia retornar às ruas, onde assumiu a liderança do tráfico de drogas na comunidade dos Tabajaras. A Polícia Civil confirmou que ele usava o carro apreendido após a morte do agente da CORE durante a operação para movimentar o tráfico na região.

Além de “Cheio de Ódio”, outros quatro criminosos foram mortos durante a ação, que teve um grande aparato de segurança e envolveu tiroteios que assustaram os moradores da comunidade. A Polícia Civil também apreendeu armamentos pesados, como fuzis e pistolas, além de granadas e outros materiais usados pelos traficantes.

O Envolvimento com a Morte de João Pedro Marquini

A operação visava cumprir mandados de prisão contra dois suspeitos de envolvimento na morte do policial civil João Pedro Marquini, assassinado no dia 30 de março. A investigação apontou que Vinícius e outros criminosos estariam ligados ao assassinato. No entanto, os dois principais suspeitos da morte de Marquini, Antonio Augusto D’Angelo da Fonseca e Walace Andrade de Oliveira, não foram encontrados durante a ação de terça-feira.

Repercussão e Continuação das Investigações

A morte de “Cheio de Ódio” e dos outros criminosos não marca o fim das investigações. A delegada assistente da DHC, Luciana Fonseca, afirmou em coletiva que as autoridades continuarão a busca por outros envolvidos e não descansarão até capturar todos os responsáveis pelo ataque ao policial.

A operação também trouxe à tona a história de William do Amaral Gomes, outro traficante morto, que foi denunciado nos anos 2000 pela cineasta Joana da Paz, cuja história inspirou o filme “Vitória”, estrelado por Fernanda Montenegro.

Fontes: cnnbrasil.com.br/ g1.globo.com/

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também pode gostar

Mulher de 21 anos, grávida de cinco meses, foi atingida por dois tiros enquanto estava no quarto com duas irmãs, segundo familiares. Ela segue internada em estado estável e o bebê passa bem, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde.

projeto aprovado na assembleia prevê retirada progressiva de copos, talheres e outros materiais plásticos descartáveis nas redes pública e privada de ensino

Últimas notícias
IMAGENS PARA O SITE (16)
Tatu-galinha ameaçado é flagrado em área ambiental de São Pedro da Aldeia

Tatu-galinha ameaçado é flagrado em área ambiental de São Pedro da Aldeia.

IMAGENS PARA O SITE (15)
Paralisação de motoristas afeta linhas de ônibus na Ilha do Governador

Cerca de 350 motoristas da empresa Paranapuan suspenderam a circulação após atrasos salariais e problemas trabalhistas.

IMAGENS PARA O SITE - 2026-03-05T090050.083
Keeta adia estreia no Rio e demite quase 200 funcionários após entraves no mercado de delivery

Empresa chinesa alega barreiras competitivas e mantém operações em São Paulo enquanto revê estratégia de expansão no Brasil.