Uma criança de 4 anos morreu após ser atacada por um pitbull dentro de uma residência na Avenida Monsenhor Félix, em Irajá, Zona Norte do Rio de Janeiro, na manhã desta quarta-feira (12). O menino estava acompanhado da mãe em uma visita à casa de uma amiga da família quando o cão, pertencente ao genro da dona do imóvel, avançou e o feriu gravemente.
Segundo a Polícia Militar, agentes do 41º BPM encontraram moradores tentando socorrer a criança logo após o ataque. Uma ambulância que passava pela região prestou atendimento imediato e levou o menino ao Hospital Municipal Francisco da Silva Telles, o PAM de Irajá. A unidade informou que ele chegou em estado crítico, com grande perda de sangue. Durante uma cirurgia de emergência, sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu.
O cão foi recolhido pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa dos Animais. O caso será investigado pela 27ª DP (Penha), que deve ouvir o tutor do animal, familiares da vítima e testemunhas para apurar as circunstâncias do ataque e eventuais responsabilidades.
O episódio reacende o debate sobre guarda responsável, medidas de segurança para animais de grande porte e prevenção de ataques. Em buscas no Google, aumentam termos como ataque de pitbull, criança atacada por cachorro, acidentes com cães e responsabilidade do tutor, que foram incorporados ao texto para otimização SEO.Uma criança de 4 anos morreu após ser atacada por um pitbull dentro de uma residência na Avenida Monsenhor Félix, em Irajá, Zona Norte do Rio de Janeiro, na manhã desta quarta-feira (12). O menino estava acompanhado da mãe em uma visita à casa de uma amiga da família quando o cão, pertencente ao genro da dona do imóvel, avançou e o feriu gravemente.
Segundo a Polícia Militar, agentes do 41º BPM encontraram moradores tentando socorrer a criança logo após o ataque. Uma ambulância que passava pela região prestou atendimento imediato e levou o menino ao Hospital Municipal Francisco da Silva Telles, o PAM de Irajá. A unidade informou que ele chegou em estado crítico, com grande perda de sangue. Durante uma cirurgia de emergência, sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu.
O cão foi recolhido pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa dos Animais. O caso será investigado pela 27ª DP (Penha), que deve ouvir o tutor do animal, familiares da vítima e testemunhas para apurar as circunstâncias do ataque e eventuais responsabilidades.
O episódio reacende o debate sobre guarda responsável, medidas de segurança para animais de grande porte e prevenção de ataques.