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Tribunal Federal acata solicitação da PF e reforça investigação da Operação Narco Fluxo envolvendo bets ilegais e lavagem de dinheiro

A Justiça Federal em São Paulo decidiu manter a prisão preventiva de Marlon Brendon Coelho Couto da Silva, Ryan Santana dos Santos e Raphael Sousa Oliveira.

Além disso, outros 34 investigados também tiveram as prisões mantidas, conforme decisão da 5ª Vara Federal de Santos, proferida na tarde desta quinta-feira.

Decisão ocorre após habeas corpus no STJ

Anteriormente, o ministro Messod Azulay Neto, do Superior Tribunal de Justiça, havia concedido liminar determinando a soltura dos investigados.

No entanto, logo depois, a Justiça Federal acolheu o novo pedido da Polícia Federal e restabeleceu as prisões preventivas.

Segundo a PF, a medida é necessária para garantir a ordem pública, considerando a gravidade dos crimes e o alto volume financeiro envolvido.

Operação Narco Fluxo investiga esquema bilionário

Os investigados foram presos no último dia 15 durante a Operação Narco Fluxo, que apura um esquema de lavagem de dinheiro.

De acordo com as investigações, o grupo movimentou mais de R$ 1,6 bilhão por meio de atividades ilícitas.

Além disso, a Polícia Federal apontou que os recursos tinham origem em bets ilegais, rifas digitais e, principalmente, no tráfico de drogas.

Posteriormente, o dinheiro teria sido “lavado” por meio de pagamentos a artistas, apresentados como contratos de publicidade.

Papel dos envolvidos no esquema

Segundo a PF, Ryan Santana dos Santos atuaria como líder do esquema e principal beneficiário financeiro.

Por outro lado, Marlon Brendon Coelho Couto da Silva teria se vinculado a empresas para facilitar a circulação dos valores ilícitos.

Enquanto isso, Raphael Sousa Oliveira exerceria função estratégica na divulgação, operando conteúdos que favoreciam os investigados nas redes sociais.

Investigação segue em andamento

As autoridades continuam analisando provas e rastreando movimentações financeiras para identificar todos os envolvidos no esquema.

Dessa forma, novas medidas judiciais podem ser adotadas, conforme o avanço das investigações conduzidas pela Polícia Federal.

Fontes: odia.ig.com.br

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