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Policiais civis prenderam, na manhã desta terça-feira (10), uma das principais lideranças do Comando Vermelho no Tocantins.
A ação ocorreu na comunidade do Vidigal, na Zona Sul do Rio de Janeiro.
A Subsecretaria de Inteligência e a Coordenadoria de Recursos Especiais conduziram a operação.
Além disso, a ofensiva prestou apoio direto à Polícia Civil do Tocantins.
Os agentes localizaram José Mateus Silveira Carneiro, conhecido como “Galo Cego”.
Ele ocupava a segunda posição na hierarquia da facção criminosa no estado.
Investigação aponta envolvimento em homicídios
Segundo as investigações, o criminoso exercia papel central no comando do tráfico de drogas.
Além disso, ele é suspeito de envolvimento direto em diversos homicídios.
Entre os crimes apurados, investigadores destacam assassinatos de agentes de segurança pública.
Por esse motivo, policiais o classificavam como alvo prioritário das forças de segurança.
Até então, o investigado era considerado a principal liderança do Comando Vermelho em liberdade no Tocantins.
No entanto, ele deixou o estado para evitar a atuação policial.
Inteligência policial rastreia esconderijo
O criminoso se escondia no Rio de Janeiro para tentar despistar as autoridades.
Mesmo assim, o trabalho de inteligência conseguiu rastrear sua localização.
Com base nas informações coletadas, as equipes planejaram a ação de forma estratégica.
Assim, os policiais realizaram a prisão sem confronto armado.
A captura ocorreu após monitoramento contínuo e cruzamento de dados investigativos.
A operação foi considerada decisiva para o avanço das investigações.
Operação busca enfraquecer atuação interestadual
A prisão integra uma ofensiva mais ampla da Polícia Civil do Tocantins.
O objetivo é desarticular a cúpula do Comando Vermelho no estado.
Além disso, a operação busca enfraquecer a atuação interestadual da facção criminosa.
As autoridades acreditam que a prisão impacta diretamente a logística do grupo.
Após a detenção, os policiais encaminharam o criminoso às autoridades competentes.
Ele permanece à disposição da Justiça e deve responder pelos crimes investigados.