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Paloma Fragoso, de 28 anos, saiu da moradia estudantil no sábado (6) e não retornou. Polícia Civil investiga duas linhas principais, e UFF pede ajuda por informações.

A Polícia Civil investiga o desaparecimento da estudante de enfermagem Paloma Fragoso Gomes, de 28 anos, vista pela última vez na manhã de sábado (6) ao deixar a moradia estudantil da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Rio das Ostras. A jovem teria seguido a pé em direção ao bairro Âncora, onde foi vista por uma funcionária do estabelecimento em que trabalha. Desde então, não responde a ligações nem mensagens, e o caso mobiliza familiares, colegas e a própria universidade.

Últimos passos antes do desaparecimento

Segundo o registro policial, Paloma deixou a moradia estudantil da UFF pela manhã, por volta das 9h. Ela tinha trabalhado normalmente na noite anterior, retornou para o alojamento e não relatou qualquer comportamento fora do habitual. Um segurança da instituição confirmou que a viu saindo do local.

Momentos depois, segundo relato da gerência do bar onde trabalha como garçonete, uma funcionária teria visto Paloma caminhando na direção do bairro Âncora. Desde esse horário, seu celular permanece desligado, e nenhuma tentativa de contato foi bem-sucedida.

Perfil da estudante e preocupação da comunidade acadêmica

Paloma está no 9º período de Enfermagem e apresentaria seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) na segunda-feira (8). A estudante é descrita por professores e colegas como dedicada, pontual e muito integrada à vida acadêmica.

A jovem é natural de Piúma (ES) e vive em Rio das Ostras há quatro anos e meio. Segundo a família, ela tem uma filha pequena, que mora com a avó materna no Espírito Santo.

O desaparecimento causou forte comoção entre alunos, docentes e servidores da UFF, que iniciaram mobilização conjunta para divulgação da foto da estudante e busca de informações.

Investigação policial: duas linhas principais

O delegado Adriano Leal Baptista, responsável pelo caso, afirma que as buscas seguem duas frentes:

  1. Possível envolvimento com pessoas próximas;
  2. Hipótese de ocorrência no próprio bairro Âncora, área considerada sensível devido ao histórico de violência.

A polícia já solicitou dados da operadora de telefonia para tentar localizar o último sinal do aparelho da estudante.

Até o momento, não há informações conclusivas.

Família chega ao Rio e participa das buscas

A irmã da jovem, Kelly de Sousa Gomes, chegou a Rio das Ostras na segunda-feira e mobilizou amigas e colegas de classe para a distribuição de panfletos. Ela relata que a família vive um momento de desespero e incerteza, sem qualquer pista concreta sobre o desaparecimento.

“Estamos completamente perdidos. Não sabemos o que fazer nem onde procurar”, afirmou Kelly.

UFF emite nota oficial e amplia esforços

A Universidade Federal Fluminense divulgou uma nota oficial informando que acionou imediatamente os órgãos de segurança pública e permanece em contato direto com a família da estudante.

A UFF reforçou que está utilizando todos os meios institucionais para colaborar com a localização da aluna e pede o apoio da população para qualquer informação que possa ajudar nas buscas.

Contatos foram divulgados para que a comunidade possa repassar dados relevantes.

Contatos para informações sobre Paloma Fragoso

  • Instituto de Humanidades e Saúde (IHS/UFF): (22) 99235-3425
  • Família de Paloma: (27) 99997-7267 / (28) 99988-9581

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