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Foto: Reprodução TV Globo

A Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira (29), um dos suspeitos do ataque ocorrido em um ônibus do BRT.
O crime terminou com a morte de Priscilla da Silva Almeida, de 40 anos, esfaqueada no dia 25 de dezembro.

A vítima estava em um coletivo que circulava pela Avenida Brasil, na Zona Norte do Rio.
Desde então, a investigação avançou com apoio de unidades distritais e do setor de inteligência.

Assalto terminou em morte dentro do coletivo

De acordo com a Delegacia de Homicídios da Capital, três homens embarcaram no BRT para praticar crimes patrimoniais.
Eles anunciaram assaltos e passaram a roubar passageiros dentro do ônibus articulado.

Durante a ação, alguns usuários reagiram, o que gerou confusão generalizada.
Nesse momento, Priscilla foi atacada com golpes de faca e não resistiu aos ferimentos.
Além disso, um segundo passageiro também ficou ferido.

Suspeito foi localizado em hospital da Zona Norte

Durante as diligências, agentes receberam informações de policiais militares sobre um suspeito ferido.
O homem havia dado entrada em uma unidade hospitalar da Zona Norte após sofrer agressões.

Em seguida, a equipe confirmou a identidade do suspeito ainda no hospital.
Os investigadores ouviram o homem, que permaneceu sob custódia durante o atendimento médico.

Depoimento aponta atuação de comparsas armados

Em depoimento, o preso afirmou que ele e dois comparsas embarcaram no BRT para cometer crimes.
Segundo o relato, o grupo seguiria até Benfica para furtar fios de cobre.

No entanto, ainda dentro do ônibus, os criminosos iniciaram roubos na parte dianteira do veículo.
O suspeito disse que tentou puxar a bolsa da vítima.
Logo depois, os comparsas se aproximaram e passaram a esfaqueá-la.

Fuga, agressões e ligação com crimes na região

Após o ataque, os três homens fugiram do local, segundo o depoimento.
Posteriormente, o preso afirmou que foi localizado e agredido por criminosos da região.

Além disso, ele relatou que um dos comparsas teria sido baleado no pé.
Ainda conforme o suspeito, o grupo costuma praticar roubos e furtos armados com facas.

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