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João Pedro Marquini, policial civil da Coordenadoria de Recursos Especiais, foi baleado durante uma abordagem de bandidos na Grota Funda. Tula Mello, sua esposa, estava em carro blindado e não foi ferida.

Na noite deste domingo (30), o policial civil João Pedro Marquini, de 38 anos, foi assassinado durante uma tentativa de assalto na Serra da Grota Funda, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Ele estava acompanhado da esposa, a juíza Tula Correa de Mello, que seguia em um carro blindado. Enquanto a magistrada escapou ilesa, Marquini, que estava em um veículo separado, reagiu à abordagem dos criminosos e foi baleado.

O crime

De acordo com informações iniciais, o ataque foi realizado por criminosos armados com fuzis e pistolas. Marquini tentou reagir ao assalto, mas acabou sendo fatalmente atingido. A juíza Tula Mello, que estava em um carro particular blindado, não sofreu ferimentos, apesar de seu veículo ser atingido pelos disparos. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga duas linhas de investigação: uma de tentativa de roubo ao carro de Tula, com a reação de Marquini; e outra, que envolve a possibilidade de o casal ter cruzado um “bonde” de bandidos, como são conhecidos grupos criminosos no Rio.

A reação dos familiares

O casamento entre Tula Mello e João Pedro Marquini começou em fevereiro de 2024. Durante esse tempo, a juíza compartilhava frequentemente momentos felizes com o policial, seja em viagens, em aventuras ou em postagens de momentos românticos. No dia 20 de novembro de 2024, ela fez uma linda homenagem ao marido em seu perfil no Instagram, onde, emocionada, falou sobre o amor dos dois e a força da relação.

Em um trecho da publicação, Tula escreveu: “Fica junto, fica feliz, fica firme. Fica apaixonado (eu por você, você por mim)”, se referindo à sua relação com Marquini. A juíza também se declarou sobre a família que formaram: “Amo nossa família, nossos filhos e filhas, nossos sonhos, nossos defeitos, nossos projetos, nossa vocação, nossos momentos. Amo a gente”.

Homenagem e amor eterno

Tula encerrou a mensagem com uma citação da canção de Paulinho da Viola, “Foi um rio que passou em minha vida. E meu coração se deixou levar… por você. Ontem, hoje, sempre, para sempre. Te amo”.

O impacto do crime

O crime deixou a cidade em choque, com a Polícia Militar realizando um cerco na área, buscando identificar e capturar os responsáveis. Até a última atualização da reportagem, os criminosos ainda não haviam sido localizados. A Delegacia de Homicídios segue investigando o caso, enquanto a comunidade lamenta a perda de Marquini.

Conclusão: Justiça e memória

A morte de João Pedro Marquini é mais um episódio de violência que assola o Rio de Janeiro, destacando os riscos enfrentados diariamente por aqueles que trabalham para garantir a segurança pública. A juíza Tula Mello, agora viúva, continua recebendo apoio e solidariedade de amigos, familiares e colegas de profissão enquanto a polícia trabalha para levar os responsáveis à justiça.

Fontes: extra.globo.com/g1.globo.com

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