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Mãe e irmã da publicitária foram recebidas por Rodrigo Neves, prefeito de Niterói, que anunciou o valor para repatriação e homenagens à jovem.

A Prefeitura de Niterói desembolsou R$ 55 mil para o translado do corpo de Juliana Marins, publicitária que faleceu tragicamente na Indonésia. O montante cobrirá todos os custos do processo de repatriação, conforme informado pela administração municipal e confirmado pelo portal de notícias G1.

Juliana, de 26 anos, morreu após cair de um penhasco durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia. O acidente ocorreu no dia 21 de junho e o corpo foi encontrado em 24 de junho, após intensas buscas. O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, foi quem garantiu esse apoio financeiro à família. Ele havia se comprometido com o auxílio depois que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que o governo federal assumiria parte dos custos.

Reunião com o Prefeito

Na última quarta-feira (25/06), a mãe e a irmã de Juliana, Mariana Marins, se reuniram com Neves em seu gabinete. Durante a reunião, foi confirmada a ajuda financeira, e a transferência do corpo foi organizada para o dia seguinte. Mariana Marins, irmã de Juliana, agradeceu o apoio da prefeitura e mencionou em um vídeo postado nas redes sociais a importância de Niterói para sua irmã.

Homenagem a Juliana Marins

Como parte da homenagem à publicitária, a Prefeitura de Niterói anunciou que a trilha e um dos mirantes mais icônicos da cidade, na Praia do Sossego, serão renomeados com o nome de Juliana. A jovem era apaixonada pelas praias da cidade e sempre expressava seu amor por Niterói.

A Tragédia no Monte Rinjani

O corpo de Juliana foi encontrado depois de várias tentativas frustradas de resgate. Em uma entrevista, o legista responsável pela autópsia declarou que a causa da morte foi um impacto contra um objeto contundente. O impacto causou ferimentos graves nas costas da jovem, que, segundo a análise preliminar, morreu rapidamente após a queda.

Juliana foi vista em três pontos diferentes do penhasco antes de sua morte. A primeira queda foi filmada por turistas, mas as tentativas de resgate encontraram dificuldades devido ao terreno íngreme e à falta de equipamentos adequados.

Fonts: g1.globo.com/diariodorio.com

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