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Explosivo de uso militar estava armazenado de forma insegura na casa da suspeita, em Paracambi. Esquadrão Antibomba da CORE realizou a remoção.

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Uma mulher foi presa, na última sexta-feira (26), ao tentar vender uma granada de morteiro pela internet por R$ 900. A prisão ocorreu no bairro Lages, em Paracambi, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Policiais civis da 51ª DP (Paracambi), em conjunto com o Exército Brasileiro, localizaram a suspeita e o explosivo em sua residência.

Segundo as investigações, a granada pertence ao arsenal de uso exclusivo das Forças Armadas. A mulher anunciava o artefato em plataformas online de compra e venda, o que levantou o alerta das autoridades. A ação foi planejada após monitoramento digital das atividades suspeitas da vendedora.

Explosivo estava mal armazenado dentro da residência

O artefato militar foi encontrado em condições precárias de armazenamento, o que aumentava o risco de um acidente grave. Diante do cenário, os agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) acionaram o Esquadrão Antibomba, que realizou a remoção segura da granada.

A mulher foi conduzida imediatamente para a delegacia e, posteriormente, autuada em flagrante pelo crime de porte ilegal de artefato explosivo.

Crime grave e riscos à segurança pública

Autoridades alertam que a comercialização de materiais explosivos representa uma grave ameaça à segurança pública e pode facilitar o acesso de criminosos a armamentos militares. O Exército reforçou que a posse e venda de itens como granadas de morteiro são estritamente proibidas para civis.

O delegado responsável pelo caso enfatizou que a ação rápida foi fundamental para evitar uma possível tragédia. Além disso, ele destacou a importância do trabalho conjunto entre as forças policiais e o Exército no combate a esse tipo de crime.

Fonte: g1.globo.com

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